segunda-feira, 9 de maio de 2011

Nasceu minha menina
trazendo o cheiro da vida
(cheiro de recém-nascida)
Nasceu minha menina
trazendo tantos sons
(murmúrios em vários tons)
Nasceu minha menina
trazendo calmaria
(no meio do furacão)
Nasceu minha menina
mais um presente na minha vida
(enchendo meu coração)
Nasceu minha menina
assim como o seu nome diz
(e eu não imaginava ser tão feliz)
Feliz de maisssssssssss....Luiza meu amor, minha vida!!!
quinta-feira, 24 de março de 2011
Não sinto nada mais ou menos, ou eu gosto ou não gosto. Não sei sentir em doses homeopáticas. Preciso e gosto de intensidade, mesmo que ela seja ilusória e se não for assim, prefiro que não seja. Não me apetece viver histórias medíocres, paixões não correspondidas e pessoas água com açúcar. Não sei brincar e ser café com leite. Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma, que tenha coragem suficiente pra me dizer o que sente antes, durante e depois ou que invente boas estórias caso não possa vivê-las. Porque eu acho sempre muitas coisas – porque tenho uma mente fértil e delirante – e porque posso achar errado – e ter que me desculpar – e detesto pedir desculpas embora o faça sem dificuldade se me provarem que eu estraguei tudo achando o que não devia. Quero grandes histórias e estórias; quero o amor e o ódio; quero o mais, o demais ou o nada. Não me importa o que é de verdade ou o que é mentira, mas tem que me convencer, extrair o máximo do meu prazer e me fazer crêr que é para sempre quando eu digo convicto que nada é para sempre.”
Gabriel García Márquez
Gabriel García Márquez
Não sinto nada mais ou menos, ou eu gosto ou não gosto. Não sei sentir em doses homeopáticas. Preciso e gosto de intensidade, mesmo que ela seja ilusória e se não for assim, prefiro que não seja. Não me apetece viver histórias medíocres, paixões não correspondidas e pessoas água com açúcar. Não sei brincar e ser café com leite. Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma, que tenha coragem suficiente pra me dizer o que sente antes, durante e depois ou que invente boas estórias caso não possa vivê-las. Porque eu acho sempre muitas coisas – porque tenho uma mente fértil e delirante – e porque posso achar errado – e ter que me desculpar – e detesto pedir desculpas embora o faça sem dificuldade se me provarem que eu estraguei tudo achando o que não devia. Quero grandes histórias e estórias; quero o amor e o ódio; quero o mais, o demais ou o nada. Não me importa o que é de verdade ou o que é mentira, mas tem que me convencer, extrair o máximo do meu prazer e me fazer crêr que é para sempre quando eu digo convicto que nada é para sempre.”
Gabriel García Márquez
Gabriel García Márquez

23 de abril é dia de São Jorge. Jorge é da Capadócia. Nasceu por lá. De lá pra Palestina, seu espírito guerreiro ganhou armadura e cargo no exército. Cristão convicto, foi torturado por defender sua fé. A cada tortura resistida, mais pessoas se convertiam ao Cristianismo. Contrariado, o imperador mandou decapitá-lo. E fim. É isso que conta a história ou a Wikipedia.
Mas, cadê o dragão? Reza a lenda, que uma cidade era atormentada por um dragão com um hálito venenoso e mortal, e que para não destruir tudo e a todos, exigia, a cada dia, uma donzela em sacrifício. Quando só restava a filha do rei, o nobre cavaleiro matou o dragão com sua lança e salvou a cidade e aquela que seria para sempre sua amada. E fim. De novo.
Sincretizado nas religiões, São Jorge é o cara! Aquele que fortalecido na sua fé e na sua coragem encara e supera desafios. É por isso que eu estou vestido com as roupas e a armas de Jorge… Salve Jorge!
Ps. Em homenagem ao meu amigo Ri e seu filhote.
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